| Levantamento do happn mostra uma geração dividida entre a fadiga digital e desejos tradicionais: 53% não veem benefícios em relacionamentos abertos |
| Uma nova pesquisa do happn, o aplicativo de relacionamentos da vida real, revelou um raio-X dos hábitos de namoro da Geração Z no Brasil, desmistificando mitos sobre mudanças nas estruturas de relacionamento. Apesar de todo o hype em torno da não-monogamia, os resultados mostram uma geração que permanece na tradição: 55% se identificam como estritamente monogâmicos e mais da metade (53%) não vê benefício em relacionamentos abertos. Essa abordagem também vem acompanhada de uma forte autocrítica, já que 36% dos respondentes veem a própria geração como desinteressados em compromisso e 30% a descrevem como confusa sobre o amor. A pesquisa também destaca uma mudança significativa em direção a relacionamentos mais intencionais, nos quais a clareza é a nova medida de atração. Para a Geração Z, a transparência sobre o que uma pessoa está procurando é agora tão importante quanto a aparência física, com 34% priorizando intenções claras na hora de dar o like. Esse desejo por honestidade é uma resposta direta às “red flags” modernas: o comportamento mais detestado é a demora intencional para responder mensagens para parecer desinteressado (35%), seguido de linguagem agressiva ou preconceituosa, que é um fator decisivo para o desinteresse para 35% das mulheres. Consequentemente, o objetivo principal para esses jovens não é necessariamente um relacionamento sério ou uma ficada casual, mas sim conexões “sem pressão” (35%), permitindo que elas evoluam organicamente. O bem-estar digital também é um pilar central da Geração Z: quase metade dos jovens (47%) admite que as redes sociais impactam negativamente sua visão sobre o amor, porque podem incentivar expectativas tóxicas e idealizadas. Essa fadiga digital pode explicar a adoção cautelosa de novas tecnologias: embora 83% ainda não tenham integrado a IA em suas vidas amorosas, muitos usuários a estão utilizando como uma consultora de relacionamentos. Em vez de apenas gerar cantadas, eles aproveitam a IA para buscar conselhos comportamentais (47%) e usam ferramentas no próprio aplicativo, como o Perfect Date, para planejar encontros (21%), demonstrando o desejo de usar a tecnologia para estreitar a lacuna entre o match digital e a conexão no mundo real. “Esses resultados nos mostram uma geração que está navegando em um paradoxo profundo: eles estão digitalmente sobrecarregados, mas são profundamente tradicionais em seus desejos centrais. Os solteiros da Geração Z são muito intencionais em suas escolhas e querem que sua experiência de relacionamento permaneça transparente e humana, priorizando a responsabilidade no mundo real em vez do ‘hype’ de novos rótulos. No happn, estamos comprometidos em ajudá-los a redescobrir essas conexões autênticas e locais”, diz Karima Ben Abdelmalek, CEO e Presidente do happn. |
Press Release – 12 de maio, 2026







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